Aguardava o óbvio. Primeiro uma avalanche de emoções exaltadas de homenagens. Depois uma avalanche de emoções exaltadas de críticas.
Até aqui, tudo dentro do esperado.
Uma demonstração da dificuldade de atualmente ver ponderação, está (sempre esteve?) tudo polarizado. E pior, reduzem as questões entre o ponto A e B, deixando de considerar as diversas variáveis que convergem para o tema. Em resumo, desumanizam para endeusar ou diabolizar o personagem da hora.
E não para por ai.
Logo virá o isentão com a arrogância que lhe é bem particular, dizer que embora o trabalho profissional tenha sido de uma genialidade alcançada por poucos, sua vida pessoal não acompanhou tal grandeza. O óbvio em meio de avalanches de emoções exaltadas de toma lá da cá.
Em ultima análise, qualquer um dos casos cumprem a função de dar destaque ao ego ou coisa que o valha. No entanto, o isentão diz o que diz em busca do aplauso, vive disso. E por tal motivo, a sua arrogância é a pior dentre as demais observadas aqui.
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